Tenho-me apercebido, com o avançar da idade, que as amigas que me conhecem há mais tempo, as que conhecem o melhor [e talvez o pior] de mim, são aquelas de quem, cada vez mais, espero menos. Parece que essas amigas andam demasiado ocupadas a serem amigas da onça e não minhas. Felizmente tenho outras amigas, cuja amizade não é medida pelo número de anos em que nos conhecemos, mas sim pelo número de risos, desabafos e choros partilhados.
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