sábado, 28 de junho de 2014

Stress conimbricense

Definição: é aquele stress que é miúdinho - como a morrinha - mas ainda assim capaz de nos fazer discutir por uma qualquer merdice. Ocorre sempre aos sábados de manhã em que vamos a Coimbra, nas horas que antecedem a partida.

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Férias aprovadas, dieta à vista

Há exactamente uma semana, um milagre deu-se: férias aprovadas para os dois, com dois meses e meio de antecedência. Belisquem-me, por favor! (de preferência nas pernas, sempre ajuda com a celulite).
Com a certeza de que vamos desfrutar de umas maravilhosas férias numa qualquer praia, a necessidade de aniquilar os malditos 10 kg que já alcançaram, inclusivamente, a minha barriga - local onde a gordura nunca antes ousara instalar-se -, urge. No ano passado ainda tirava fotos decentes da cintura para cima. Neste momento o corte na foto teria que ser feito imediatamente abaixo das maminhas. E, pelo andar da coisa, se não controlo isto, em Agosto só me safo com fotos tiradas do pescoço para cima (estes braços parecem estar a levar doses diárias de cortisona, Deus!)
Entretanto aceitam-se sugestões. De destinos de férias, claro, porque sugestões de dietas não preciso. "Come menos", disse o E. uma vez. Genius.

terça-feira, 17 de junho de 2014

Hoje sou aço

Hoje partiste-me o coração. A mim, que tenho contado todos os minutos do meu dia para ouvir a tua voz. Odeio injustiças e é a isso que me agarro hoje. Porque hoje não me agarro ao teu pijama. Hoje sou forte. Hoje sou aço.

sábado, 14 de junho de 2014

Volta, bússola da minha vida

Hoje tive que enfrentar a realidade: sem ti, E., desoriento-me. Pelo menos aos fins-de-semana.

#1 Consigo ser um verdadeiro eremita das grutas. Posso passar um sábado inteiro de pijama, sem tomar banho, sem lavar os dentes, sem respirar ar fresco, praticamente sem ver a luz do dia. É triste!
#2 Sou demasiado preguiçosa para cozinhar só para mim. Ou vem cá alguém comer - e aí eu faço uma proper meal - ou sobrevivo só com flocos, leite, pão, cerveja, iogurte, fruta, gelado, bolachas... qualquer coisa que andar por aqui à solta.
#3 Perco a noção das horas. É como se os relógios parassem de funcionar quando não estás. Almoço às 16h00 (se almoçar), tomo banho às 22h30 (se tomar), deito-me às 2h00. É a desorientação total.
#4 Não podia ficar mais indiferente a tudo aquilo que normalmente me causa stress: pilhas de louça suja para meter na máquina, mantas no sofá por dobrar, roupa suja a transbordar do cesto, cama por fazer. Simplesmente ignoro.
#5 Não ligo a televisão. Passo por ela, penso que tenho que a ligar para me fazer companhia, mas nunca a ligo. Não sei explicar porquê.
#6 Roo as unhas.

Volta rápido, bússola da minha vida. Preciso de ti para ser eu, no meu melhor!

terça-feira, 10 de junho de 2014

Angola, a quanto me obrigas...

Perdi a conta ao número de vezes que falámos em Angola. E, ainda que custe a acreditar agora, tenho a certeza de que falámos sempre disso como uma coisa positiva. No entanto, quando o momento chegou, transformei-me numa folha de papel. Desse vegetal, onde vem embrulhada a massa quebrada do Pingo Doce.
"São só duas semanas, não sejas ridícula", grito eu para mim mesma, em pensamento. Mas a verdade é que me sinto como um telemóvel com a bateria a 10%: aguento-me mas à rasquinha.