terça-feira, 10 de junho de 2014

Angola, a quanto me obrigas...

Perdi a conta ao número de vezes que falámos em Angola. E, ainda que custe a acreditar agora, tenho a certeza de que falámos sempre disso como uma coisa positiva. No entanto, quando o momento chegou, transformei-me numa folha de papel. Desse vegetal, onde vem embrulhada a massa quebrada do Pingo Doce.
"São só duas semanas, não sejas ridícula", grito eu para mim mesma, em pensamento. Mas a verdade é que me sinto como um telemóvel com a bateria a 10%: aguento-me mas à rasquinha.

Sem comentários:

Enviar um comentário